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Agronegócio no Brasil

Agronegócio no Brasil

O agronegócio no Brasil vem crescendo a todo vapor. Os investimentos neste setor tem contribuído ativamente na economia, e no desenvolvimento das melhores técnicas para produção e comercialização dos produtos. A expansão do agronegócio tem criado laços fortes entre a agricultura e indústria.

No país, o agronegócio se destacou entre os anos de 1970 e 1990. Isso porque houve um desenvolvimento científico e tecnológico, que permitiu aprender a utilizar terras, até então, consideradas não férteis.

Esse feito acaba chamando a atenção para o Brasil, atraindo tanto parceiros quanto competidores no mundo todo.  


Perspectivas

As perspectivas deste setor para o Brasil são muitas. Temos muitas terras. E são terras em abundância, em sua maioria, planas, como os cerrados, por exemplo.

Também temos profissionais capacitados e experientes, que trazem em sua bagagem de conhecimento técnicas e usos do setor agrícola e agropecuário, capazes de transformar a terra e os produtos.

Além de ser importante na geração de renda e riqueza do país, o agronegócio no aspecto social, especificamente dentro do setor da agricultura, é o que mais utiliza mão-de-obra.

E também contribui com o comércio exterior, pois o saldo comercial das exportações neste setor é sempre positivo. O Brasil pode vir a se tornar um dos maiores fornecedores alimentício do mundo.  


Desafios

Apesar dos avanços no agronegócio, como na produção mundial de soja e cana de açúcar, tudo isto pode enfraquecer se não houver investimentos nas questões de logística e transportes, que é hoje um dos grandes desafios no setor, principalmente no que diz respeito na malha ferroviária do Brasil.

Segundo estudos de 2007 da Confederação Nacional do Transporte (CNT), foram avaliados 84.832 quilômetros. Destes, 37% estão em lastimável estado de conservação, e 32% tem alguma deficiência. A região Nordeste é que mais sofre com este problema, apesar do grande potencial para o desenvolvimento do agronegócio.

Embora as malhas ferroviárias venham sendo amplamente visadas e recebidos investimentos, é preciso se atentar ao fato da manutenção ou atualização dos maquinários, cuja bitolas e trens atuais tem a velocidade muito baixa, atrasando assim a entrega dos produtos.

Também não são utilizados em sua totalidade outras formas de transporte. Como as hidrovias, cujas extensões são de 42 mil quilômetros, e se utiliza apenas 10 mil quilômetros. Isto é, nem um terço de sua capacidade.

O Governo tem buscado soluções nas parcerias com empresas privadas, cujos projetos são para atualizar a questão logística, fazendo com que ocorram interações entre os sistemas rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais.