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Setor da agricultura promove um crescimento de empresas.

Setor da agricultura promove um crescimento de empresas.

Neste último ano o Brasil voltou a crescer e a saída dessa recessão deve ser agradecida, em grande parte, ao agronegócio.

Desde o pequeno produtor, passando pelas grandes cooperativas até as startups do setor (as chamadas agritechs), com a produção de carne, grãos, insumos e tecnologias, o país se transformou em uma “agropotência”.

E as projeções mostram que até 2050 o setor deve crescer de três a quatro vezes mais que os concorrentes globais, consolidando o país como o maior produtor na área.

Agronegócio alavanca o crescimento do PIB

Dados do IBGE mostram que 82% dos municípios brasileiros classificados como os maiores produtores agro tiveram um crescimento superior a taxa do PIB do país, que foi de 4,4% entre 2014 e 2016.

E quando considera-se apenas os 100 maiores produtores agrícolas, o crescimento médio foi de 9,81% entre o período, correspondendo por 7.2% do PIB total do país.

Com a recessão, o país acumulou oito trimestres consecutivos de queda, porém voltou a crescer entre janeiro e março de 2017, totalizando 1%.

Deste, o grande destaque foi o agronegócio, correspondendo a 80% do aumento, totalizando 23,5% do PIB total do país.

Para se comparar, o agronegócio teve um crescimento de 15% no segundo trimestre de 2017, enquanto a indústria, outro setor importante no PIB brasileiro, cresceu apenas 0,8% neste mesmo período.  

No ano de 2018 o agronegócio teve um recuo, sofrendo as consequências da greve dos caminhoneiros.

Porém, manteve o destaque nas exportações, tendo uma alta de 4,6% em relação a 2017, com receita de US$ 93,3 bilhões.

O setor corresponde a 44,1% das exportações brasileiras, sendo o terceiro maior fornecedor de alimentos do mundo, com 7,2% das exportações mundiais do agro.

O agronegócio também possui contribuição importante da geração de empregos, totalizando 10% dos postos de trabalho, o quarto maior do país.

Perspectivas para 2019

Os resultados do agronegócio tem sido tão bons que os economistas apontam o setor como o eixo que sustentará o leve aumento do PIB no Brasil desde a recessão.

Para 2019, as previsões da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil),  são que o PIB do agronegócio tenha um crescimento de 2%, com um acréscimo de 4,3% no Valor Bruto da Produção (VBP).

A perspectiva é que a produção da soja cresça 6% na safra 2018/2019, comparando com a safra anterior, continuando como o líder de rentabilidade do mercado.

Para o milho, a projeção de produção é um incremento de 16,81% comparado a safra anterior, sendo um pouco abaixo da safra de 2016/17 (1,88%).

No cenário político, a CNA avalia ser necessária a conclusão das reformas tributárias e da previdência para permitir o crescimento do setor e também melhoria das condições de infraestrutura e logística, segurança no campo, introdução de marcos regulatórios e ampliação da assistência técnica e gerencial para produtores.

Uma projeção ruim é que o tabelamento obrigatório de fretes rodoviários imposto pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) aumente os custos para o transporte, dificultando a comercialização interna.

Já para as exportações, as expectativas são grandes. Com a abertura do mercado para a Coreia do Sul, pode haver geração de US$ 12,5 bilhões anuais.

Além da Coreia do Sul, outros novos alvos são o Canadá, a Área de Livre Comércio da Europa (Suíça, Liechtenstein, Noruega e Islândia) e o México, com expectativa de US$ 17 bilhões em negócios.

A MCL acompanha o crescimento

A MCL acompanha o avanço e fortalecimento do agronegócio, fornecendo itens de alta performance para garantir que o crescimento do setor seja cada vez maior.

Juntos, nós e você, produtor, iremos alavancar o PIB do Brasil e atingir as projeções de maior produtor agrícola do mundo!